"I watch the time pass slowly. It comes and goes like the waves. The sea can touch the sky at night. It's got the freedom I crave."

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Lago Kaindy do Cazaquistão

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Lago Kaindy – Sunken Forrest do Cazaquistão

O lago Kaindy está situado perto da vila de Saty nas Montanhas Kungey Alatau (na extensão do norte de Tien-Shan) na Ásia
Central do Cazaquistão. Não existia um lago alí antes: os troncos de pinheiros que sobressaem da água testemunham isso.
Então, o que aconteceu?
O lago é 400 metros de comprimento, mas em alguns lugares é mais de 30 metros de profundidade. Ele foi formado como resultado
de um grande terremoto em 1911, o Kebin. Um enorme desmoronamento de terra aconteceu bloqueando o desfiladeiro e se formou uma
represa natural, que ainda resiste. Conforme as águas subiram, as árvores coníferas de Schrenk submergiram se desenvolvendo na
área. O lugar forma muito delas.

Acima da água tudo o que se pode ser visto são os enormes troncos. Porém, de baixo das águas a história é diferente. São 2000
metros acima do nível do mar e a água é tão fria que tem preservado perfeitamente os galhos das árvores em baixo da água.

A água em si geralmente é de uma tonalidade um pouco criptonita. Esta estranha coloração é causada por cal e outros depósitos
minerais que têm sido infiltrados pela água desde a criação do lago pouco mais de um século atrás. No entanto, uma vez que você
se aproxima do lago, a água parece clara como cristal. Ás vezes dá até pra ver os peixes que foram inseridos no lago em 1930.

O lugar é tão popular para mergulho como para passeios turísticos. A cada ano em competições anuais, mergulhadores russos e
cazaquistãos enfrentam as temperaturas congeladas para nadar entre os galhos das árvores. A água é sempre atrativa e é um lugar
muito popular na maior nação cercada de terra do mundo.

O lago fica a meros 130 km de distância da segunda cidade do Cazaquistão, Almaty (que se traduz como a cidade das maçãs), que
tem uma população de 1,5 milhões e é o coração econômico e cultural do país. Meros, porque é o nono maior país no mundo e essa
distância é considerada pequena pelos 16 milhões de habitantes do Cazaquistão. Almaty foi a capital até Astana ganhar o título
em 1997 (e dada a forma como esse lugar foi transformado os moradores podem considerar-se com sorte por não ter que construirem
tudo de novo!).

Ainda que o lago seja apenas a uma curta distância da agitada Almaty, para se chegar a ela, você teria que estar preparado para
pegar estrada em alguns terrenos muito acidentados pelos últimos 15 quilômetros de distância da vila de Saty. Mas para aqueles
que fazem a viagem a experiência é, ao que parece, sempre válida.

Fonte: http://www.kuriositas.com/2013/01/lake-kaindy-kazakhstans-sunken-forrest.html

Tradução: Eliana Lara Delfino

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Não Desista

Este poema (de autor desconhecido) pertence a Tom Keifer o qual ganhou de sua mãe quando ainda tinha nove anos. Encontrei este mesmo poema na internet com algumas frases a mais, mas eu traduzí o da foto portanto não acrescentei o que falta, para não alterar o mesmo, até porque não descaracteriza o poema.

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Não Desista

Quando as coisas derem errado, e as vezes darão,
Quando a estrada que se está marchando parecer subir a montanha,
Quando os fundos estiverem baixos e as dívidas altas,
E você querer sorrir, mas só acena,
Quando a inquietação te pressionar um pouco…
Descanse se precisar, mas não desista.

A vida é estranha com seus altos e baixos,
Conforme cada um de nós às vezes aprendemos,
E em muitos uma pessoa se transforma
Quando deveria ter triunfado tivera que suportar.
Não desista embora a marcha pareça lenta…
Você deve prosperar com outra luta.

Muitas vezes o lutador desiste
Quando deveria conquistar a taça d vitória;
E aprende muito tarde, quando a noite cai,
O quanto estava perto da coroa de ouro.

Sucesso é o oposto do fracasso…
Então continue lutando quando estiver mais ferido,…
É quando as coisas parecerem piores que você não deve desistir.

Tradução: Eliana Lara Delfino

Fonte: https://www.facebook.com/TomKeiferOfficial

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Tom Keifer é músico, compositor e vocalista da banda Cinderella. Veja postagem antiga de um artigo de Jake Brown, presidente da Versailles Records numa biografia do músico:

https://elianalara.wordpress.com/2010/02/21/biografia-de-tom-keifer-cinderella/

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Atualmente Tom está em turnê própria com seu álbum solo The Way Life Goes.

As Três Espadas

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Essas três espadas de bronze enormes formam o monumento da batalha de Hafrsfjord no ano 872, quando Harald Hårfagre (Harald Fairheaded) uniu Noruega em um único reino. O monumento foi criado no sul de Stavanger por Fritz Røed (1928-2002) de Bryne. Foi revelado pelo rei Olav da Noruega em 1983. As espadas, que são cerca de 10 metros de altura, significam paz e unificação. Uma espada é maior que as outras, a qual é a espada de Harald Fairheaded. As espadas são fixadas em rocha sólida – representando paz. Elas podem ser encontradas em Møllebukta, uma enseada na costa sul de Hafrsfjord. O nome “Møllebukta” deriva de “Mølla” (moinho) e “bukt” (baía). Antigamente havia um moinho de milho ali. Hoje, o lugar é uma das áreas de lazer mais populares de Stavangers.

A batalha de Hafrsfjord

A única fonte contemporânea para este ocorrido é escrito por um leigo chamado Thorbjörn Hornklofi (norueguês moderno: Torbjørn Hornklove) logo após o rei Harald “Fairhair” vencer seus inimigos. O leigo é muito claro, dramático e ilustrativo (A primeira parte é traduzida em Inglês):

Você ouviu em Hafrsfjord
o quanto eles lutaram
o alto rei nascido
contra Kjotve “O Rico”
Navios vieram do leste
almejando batalha,
com suas cabeças abertas
e proas esculpidas.

A fonte mais conhecida da batalha é a saga de Harald Fairhair em Heimskringla escrito por Snorri Sturluson mais de 300 anos depois da batalha ter ocorrido. Snorri dá uma descrição vívida e detalhada da batalha (embora os historiadores continuam a debater a precisão histórica da obra de Snorri): A notícia veio do sul da terra que o povo de Hordaland e Rogaland, Agder e Thelemark, estavam se reunindo, e troxeram com eles navios e armas, e um grande grupo de homens. Os líderes foram Eirik, rei de Hordaland; Sulke, rei de Rogaland, e seu irmão Earl Sote; Kjotve “O Rico”, rei de Agder, e seu filho Thor Haklang; e de Thelemark, dois irmãos, Hroald Hryg e “Had the Hard”. Nesse momento, quando Harald teve tais notícias disso, reuniu suas forças, mandou seus arcos para a água, pôs-se pronto junto de seus homens, e partiu em direção ao sul ao longo da costa, reunindo muitas pessoas de cada distrito. O Rei Eirik soube disso quando veio do sul de Stad, e tendo reunido todos os homens que ele pôde conseguir, prosseguiu ao sul para buscar forças com que ele sabia que estava por vir, com ajuda vinda do leste. Todos se reuniram no norte de Jadar, e entraram em Hafersfjord, onde o rei Harald estava esperando com as suas tropas. Uma grande batalha começou, muito árdua e longa, mas o rei Harald ganhou o dia. Lá o Rei Eirik caiu em derrota, e o rei Sulke, com seu irmão Earl Sote. Thor Haklang, que era um gigante furioso, tinha colocado o seu navio contra o rei Harald, e foi acima de tudo uma medida de ataque desesperada, até que Thor Haklang foi derrotado, e todo o seu navio foi rendido. Então o rei Kjotve fugiu para uma pequena ilha fora das terras, um lugar para se refugiar. Depois disso todos os seus homens fugiram, alguns em seus navios, alguns por terra, e estes fugiram para o sul do país de Jadar.

Heimskringla – A Crônica dos Reis de Noruega  
Capítulo III – Saga / Parte 19 de Harald Harfager – Batalha em Hafersfjord

Assim diz Hornklofe, a saber:. –
“A notícia chegou até você? – você já ouviu
Da grande luta em Hafersfjord,
Entre o nosso nobre e corajoso rei Harald
E o rei Kjotve rico em ouro?
O inimigo de guerra apareceu do Oriente,
Forte para a batalha como para um banquete.
A galante visão que se via
A extensão de sua frota sobre o mar azul-escuro:
Cada navio de guerra, com sua garganta ameaçadora
Do dragão feroz, faminto, bárbaro
Impiedoso e escancarado na proa, suas laterais
Brilhando com escudos polidos, enfileirados
Sua tripulação de homens de lei de guerra,
Cujos alvos brancos como a neve brilhavam de longe
E muitos arqueiros robustos enviados
Ao redor dos países do Ocidente,
Ingleses e escoceses, um convidado estrangeiro,
E homens de espadas da distante costa francêsa.
E, assim os navios do inimigo se aproximavam,
O barulho horrível que se podia ouvir
Selvagens furiosos rugindo com raiva,

E heróis ferozes revestidos em peles de lobo,
Uivando como lobos, retinindo e sacudindo
De muitos homens com roupas de guerra.
Assim, o inimigo veio, mas nosso bravo rei
Ensinou-os a voltar tão rápido novamente.
Pois, quando ele viu a sua força vir,
Lançou da costa seus navios de guerra.
No fundo do mar, ele lançou sua frota
E corajosamente remou de encontro com o inimigo.
Violento foi o choque, e alto o barulho
Dos escudos, até o hostil Haklang,
Afamados furiosos do inimigo, caíram.
Então de nossos homens irrompeu o grito
Da vitória, e do Rei de Ouro
Não podendo suportar nosso corajoso Harald,
Fugiram antes de suas lâminas afiadas
Para o abrigo das rochas da ilha.
Todos na parte inferior dos navios
Os leigos feridos, em pilhas horríveis;
Fizeram-se voltados para baixo e se deitaram
Sob a linha de assentos arrumadas;
E muito um escudo de guerreiro, eu cri
Podia nas costas do guerreiro ser visto,
Para protegê-los enquanto eles fugiam rapidamente
Da forte tempestade que caía.
A montanha de gente, como já ouvi dizer,
Nunca parou enquanto eles corriam do combate,
Até que eles cruzaram o mar Jadar,
E chegaram em suas casas – tão sagaz cada alma
Para afogarem seu medo na taça de hidromel.”

Fontes:

http://www.stavanger-web.com/touristinfo/swords_in_rock.htm

http://en.wikipedia.org/wiki/Battle_of_Hafrsfjord

http://www.wisdomlib.org/norse/book/heimskringla/d/doc5033.html

Tradução:

Eliana Lara Delfino

Santos Inocentes

Estou repostando esse artigo porque vale também pelas criancinhas que são assassinadas dentro do ventre de suas mães e as são jogadas fora assim q nascem…

santosinocentes

https://elianalara.wordpress.com/2010/12/29/santos-inocentes/

O Monumento do Leão

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* Monumento do Leão, Lucena (Suíça)

O Monumento do Leão em Lucena é um leão enorme deitado esculpido numa parede de rocha em um lago na extremidade leste da cidade medieval. Foi construído como um memorial pelos soldados mercenários da Suíça central que perderam suas vidas enquanto serviam o rei Luis XVI da França durante a Revolução Francesa. Quando as massas revolucionárias atacaram o castelo real Tulherias em Paris em 10 de agosto de 1792 as tropas mercenárias suíças tentaram defender a família real cuidando para que eles pudessem escapar.

* Tradução da Gravura do Monumento do Leão

A gravura em latim HELVETIORUM FIDEI AC VIRTUTI significa “À lealdade e bravura dos suíços.” (Para entender HELVETIORUM [=dos suíços] seja: Confoederatio Helvetica vs. Suíça). Mais adiante você encontra os nomes dos oficiais mortos e salvos da guarda suíça bem como o número de mortos entre os soldados suíços (DCCLX=760) e o número dos soldados sobreviventes (CCCL=350).

* O que significa o Monumento do Leão?

Um oficial da guarda suíça, segundo tenente Carl Pfyffer von Altishofen, um descendente de uma influente família nobre, estava de licença em casa em Lucerna quando seus soldados companheiros foram mortos em Paris. Depois de tempos de revolução em 1815 e França bem como Suíça tinham voltado ao regime conservador, Pfyffer sentiu-se obrigado a erguer um monumento em honra dos soldados mercenários.

Políticos liberais de toda Suíça desaprovaram o memorial, mas eles eram em minoria durante os anos de 1820 e Pfyffer foi apoiado pela maioria em Lucerna.

O Monumento do Leão foi inaugurado em 10 de agosto de 1821. Originalmente o lugar era propriedade privada. Em 1882 a cidade de Lucerna o comprou. O lugar é acessível com entrada franca. Logo depois o monumento se tornou uma das maiores atrações turísticas de Lucerna.

* Os artistas que criaram o Monumento do Leão

O Monumento do Leão foi desenhado por Bertel Thorvaldsen (1770-1884), um escultor dinamarquês classicista em 1819 quando vivia em Roma na Itália.

Lucas Ahorn (1789-1856-), um pedreiro de Constance (sul da Alemanha) foi na verdade quem gravou a obra na rocha de arenito em 1820/1821.

A grande escultura tem 6 metros de altura e 10 metros de comprimento. A elevada parede da rocha é parte de uma pedreira explorada através de séculos para construir a cidade.

* Antecedentes Históricos

Os soldados mercenários suíços tinham uma grande tradição desde o sucesso militar das tropas suíças contra as acusações de Habsburg e Charles Duke, o Temerário da Borgonha, no século 15. Recrutando, equipando e instruindo soldados mercenários e vendendo-os ao serviço dos reis franceses e duques italianos era um grande negócio para as famílias nobres na Suíça central.

Mas já na era da reforma da igreja suíça do reformador Huldrych Zwingli, que fez campanha no norte da Itália como capelão militar, mais cedo desafiava a instituição. Assim significava minar uma fonte maior de renda de famílias influentes bem como renunciando em campo maior de ocupação por jovens em uma região periférica sempre lutando com problemas econômicos, as iniciativas do homem de disputada igreja enfrentando impetuosa resistência. A questão mercenária já tem sido a razão social pela qual a Suíça central não se juntou a reforma da igreja e ficou com a mesma crença católica tradicional. A disputa, finalmente, levou a duas guerras civis na Suíça em 1529 e 1531. Zwingli foi assassinado durante a segunda guerra.

Com a moderna constituição liberal suíça de 1848, serviços mercenários em favor de forças estrangeiras foram declarados uma ofensa criminal – com a única exceção da guarda suíça do vaticano. Enquanto a Vaticano costumava apenas ser um dos principados italianos até o final do século 19, foi reduzido a um distrito de Roma isentos a jurisdição italiana.

Então a guarda Papal suíça pode ser reguardada como uma mistura de folclore (com suas veste coloridas) e da polícia da cidade hoje.

* Testimoniais

Mark Twain, bastante conhecido como autor americano, chamava o Monumento do Leão de “O mais triste e comovente pedaço de rocha no mundo.”

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Tradução: Eliana Lara Delfino

Fonte: http://lucerne.all-about-switzerland.info/lucerne-lion-monument-pictures-history.html

tulheriasFR

Castelo Real Tulherias em Paris

Echo Park

Echo Park – 2006

Em 1993, Marie Gesto desapareceu depois de sair de um supermercado em Hollywood. Temendo o pior, o caso saiu dos comandos do LAPD (Departamento de Polícia de Los Angeles) do grupo de pessoas desaparecidas para a Divisão de Homicídios, onde Harry Bosch pegou o caso.

Mas a mulher de 22 anos nunca apareceu – viva ou morta – e este era um caso que Bosch não poderia deixar sem justiça.

13 anos depois Bosch está na Unidade de Casos Não-Resolvidos (Open-Unsolved Unit) quando recebe uma chamada do escritório de DC (Washington). Um homem acusado de dois odiosos assassinatos está prestes a ser “limpo” em respeito a vários outros assassinatos negociando a anulação da pena de morte. Um desses assassinatos, ele diz, é o de Marie Gesto. Agora Bosch está resignado a pegar a confissão de Raynard Waits e ter certeza de que o assassino não está trapaciando com as autoridades para anular a data da sentença de morte.

A confirmação da confissão Bosch está perto de pegar o homem que procurou por 13 anos. Toda a existência de Bosch como policial começa a cair quando percebe que ele e seu parceiro perderam conclusões em 1993 que os teriam levado à Waits e teriam permitido que não acontecessem os nove assassinatos que se seguiram depois de Marie Gesto.

Tradução: Eliana Lara Delfino

Fonte: http://www.michaelconnelly.com/novels/echopark/

 

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Obs: O nome do livro é um bairro montanhoso de Los Angeles.

Mais informações sobre Echo Park:

http://en.wikipedia.org/wiki/Echo_Park,_Los_Angeles

http://www.historicechopark.org/index.html

The Closers

 

Seguindo a ordem cronológica, a próxima tradução seria com o livro The Narrows, mas esse foi o primeiro resumo dos livros com o personagem Harry Bosch que tenho traduzido aqui:

https://elianalara.wordpress.com/2010/02/21/michael-connelly-the-narrows/

 

The Closers  – 2005

 

Depois de três anos fora do LAPD (Departamento de Polícia de Los Angeles), Harry Bosch retorna para encontrar no departamento um lugar diferente daquele que deixou. O novo chefe de polícia veio de Nova Iorque para dar ao lugar uma limpeza perfeita de cima para baixo. Trabalhando com seu antigo parceiro, Kiz Rider, Harry é designado à Unidade de Casos Não-Resolvidos (Open-Unsolved Unit), trabalhando com centenas de arquivos mortos que assombram os arquivos do departamento. Esses detetives são os “closers” _ eles põem uma pá na sujeira e voltam ao passado. Aplicando novas técnicas com velhas evidências eles desenterram alguns assassinos escondidos e os trazem a justiça, pelo lema “uma cidade que esquece suas vítimas de homicídio é uma cidade perdida”.

Harry e Kiz são dados a um caso politicamente sensível quando um DNA liga a um supremacista branco ao assassinato de 1988 de Rebecca Verloren, uma menina de 16 anos. Becky era uma raça mestiça misturada, e o caso parece ter um angulo racial. Isto foi Los Angeles antes dos “tumultos” e Redney King; a cidade era um barril de pólvora pronto pra explodir. O detetive que tinha trabalhado no caso todos esses anos atrás parece ter feito um trabalho decente, mas alguma coisa não encaixava.

Enquanto a justiça de Harry não acontece, o delegado chefe Irving está vigiando-o. No novo departamento “limpo” Irving se declinou ao trabalho sem sentido. Compelido por vingança, ele espera que Harry dê uma “escorregada”.

 

Tradução: Eliana Lara Delfino

Fonte: http://www.michaelconnelly.com/novels/theclosers/

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