"I watch the time pass slowly. It comes and goes like the waves. The sea can touch the sky at night. It's got the freedom I crave."

Biografia de TOM KEIFER (Cinderella)

Artigo de Jake Brown sobre biografia de Tom Keiker, vocalista do Cinderella!

Cinderella

Álbuns da banda:


1986 NightSongs

1988 LongColdWinter

1990 HeartbreakStation

1994 Still Climbing

Minha tradução fiel como homenagem à esse grande músico, compositor e cantor!

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A revista Rolling Stone chama Tom Keifer de ” um determinado, bluesy, (rocker) com arrogância genuína o suficiente para desenhar comparações com Mick Jagger.” Os Rolling Stones celebraram o Delta Blues em suas músicas e som mencionando músicos como Ry Cooder, Leadbelly, Howlin’ Wolf, Muddy Waters, and Willie Dixon entre outros como um derivado de 25 anos anteriores. Tom Keifer e sua banda Cinderella reinjetaram essa influência dentro do conceito Rock n’ Roll quando eles estouraram na cena hard rock em 1986. Onde a maioria dos contemporâneos hard rock/pop metal de Keifer cresceram na terceira geração do Rock n’ Roll (que implica tambem influências do blues), Tom escolheu, ainda jovem, buscar de volta dentro do âmago do som de Delta Blues, que foi dado como primeiro presente de aniversário de uma infância Rock n’ Roll.

Rapidamente cravando um nicho como um renascentista cantor/compositor de blues-rock com seu primeiro trabalho com Cinderella, Night Songs, que despejou os hits ‘Nobody’s Fool’, ‘Shake Me’, e ‘Somebody Save Me’, Tom Keifer e companhia começaram uma jornada em um caminho rápido de sucessos que poderia  ser notável e disciplinado ambos em termos de foco musical de Keifer e as influências da banda por décadas de som.

Talvez esse foco seja parte do que fez Cinderella ficar musicalmente no mesmo patamar de gerações diferentes de rock. A sofisticação sentimental das canções de Tom no próximo álbum da banda, o ícone Long Cold Winter levaria o gênero hard rock, pois os fãs conheciam bem o psique boêmio do músico viajante mesmo que isso já vinha antes de um contexto daquela geração. Long Cold Winter lançado em 1988, foi uma verdadeira narração penetrante, viajando entre altos e baixos da vida na estrada vindo dos olhos de alguém como verdadeiros ciganos do rock. Composto por Keifer quase totalmente na estrada durante a turnê Night Songs, todos os hits do álbum, incluindo ‘Don’t What You Got  Till Its Gone’, ‘Gypsy Road’ e ‘Coming Home’ ofereceram aos ouvintes um autêntico vislumbre e apreciação por sofrimento da vida na estrada que não tinha sido tão brilhante capturado em música desde os dias de Bob Serger em ‘Turn The Page’ e Willie Nelson em ‘On The Road Again’.

A revista Rolling Stone declarou ousadamente em uma nota sobre o álbum que “Long Cold Winter é realmente uma partida radical vindo de um rock sem adornos de Night Songs, o primeiro álbum do Cinderella de 1986. Com as variedades que ele oferece, este álbum deixa seu prodecessor na poeira…Isto…Cheio de momentos fortes, e…exibe um admirável desejo de Cinderella de tomar um impacto de alguma coisa diferente…A excelente relação musical, experiência e conhecimento prático mostrado no álbum…fez Cinderella uma força reconhecida.”

O terceiro e talvez mais aperfeiçoado álbum da banda, Heartbreack Station foi imediatamente reconhecido por sua realização em termos de sua autenticidade de suas músicas e som, e como uma verdadeira obra-prima que poderia permanecer entre as gravações mais finas de rock. Heartbreack Station fez de Cinderella membros permanentes do rock de elite, particularmente via o hit comovente de ‘Heartbreack Station’, que importuna uma alma instigante e autêntica semelhança com ‘Love In Vain’ de Robert Johnson em termos da essência da solidão capturada nisso. De acordo com AllMusicGuide.com, com este álbum, Cinderella criou uma ironia, um álbum sexy de hard rock que artísticamente foi seu mais fino momento…Heartbreack Station mostra que Cinderella tem mais puro Rock n’ Roll determinado que a maioria das bandas de metal dos anos 80.”

Enquanto isso a Rolling Stone deu à Tom Keifer talvez seu maior elogio crítico por seu reconhecimento de músico e compositor que ele realmente se tornou, notando que “Heartbreack Station é incrivelmente amável e audacioso: Voçê teria que procurar muito pra encontrar blues puro, esta consistência cativante e rítmica, este variado,…Heartbreack Station poderia provar o mais inevitável hard rock desde Appetite For Destruction.”  Heartbreack Station não foi só uma celebração da realização das composições de Keifer, mas também uma deixa aos integrantes do Cinderella em o que eles têm sido como banda em termos musicalísticos. A Rolling Stone disse também na nota sobre o álbum que aquela repercussão, comentando específicamente que eles se elevaram ao desafio musical do material de Keifer pela autenticidade “temperando suas penetrantes tendências com cordas, saxofones, logrolling bottleneck blues, piano de bordel, pandeiros e o que soa como uma harpa, garotas que dão suporte à Keifer correspondem a Big Brother e Holding Company, passando por pit stops na vizinhança não só de Bad Company, Humble Pie e Led Zeppeling mas também de Allmans, James Brown e até Flying Burrito Brothers.”

Em 1991, as músicas de Tom Keifer e o som de Cinderella capturou o coração de milhões de fãs de rock em todo o mundo (14 milhões pra ser exato em termos de venda), e já alcançou um legado e lugar no Rock n’Roll  talvez como a única, verdadeira e autêntica banda de hard rock blues dos anos 80. Bem seguro do sucesso de Heartbreak Station, uma súbita reviravolta do destino marcou o começo de um trágico período na vida de Tom, profissionalmente e pessoalmente. Foi um suposto começo de uma parada entre uma banda dos Estados Unidos e o Japão na turnê de 91 de Heartbreak Station, em um dia de rotina, quanto estava em seu estúdio em casa pra gravar, ele simplesmente descobriu que não podia cantar. Mais assustador que o silêncio de sua própria voz era que os médicos viram que não podiam dar nenhuma explicação pela perda de sua voz! A única resposta que Keifer conseguiu foi o óbvio, que sua voz tinha desaparecido. Finalmente Tom encontrou um especialista na Filadélfia que explicou que ele teve paralisia de um nervo que controla a corda vocal esquerda. Em soma dessa experiência indesejável se submeteu a sirurgias delicadas para remover um quisto e reparar uma hemorragia, o meio de recuperação de Tom para corrigir a paralisia foi por terapia vocal no qual literalmente Tom teve que aprender a cantar de novo. Treinando muito sua voz e trabalhando junto com terapeuta e especialista, Keifer, depois de 12 anos de batalha, finalmente obteve a vitória da recuperação total que o fez cantar melhor que nunca!

Somando-se a essa batalha de Tom com suas cordas vocais, ele também perdeu sua mãe durante esse período no começo dos anos 90.  Estas tragédias inteiraram as músicas no quarto álbum da banda, Still Climbing, lançado pela Polygram em 1994. Apesar do álbum ter vendido muito bem entre os fãs, faltou suporte da gravadora devido a uma mudança na tendência do rock pop metal para o grunge, negando a oportunidade do verdadeiro alcance que os álbuns anteriores de Cinderella tinham aberto as portas comercialmente e tranquilamente pra Keifer começar a focar em sua carreira solo. Enquanto Tom esteve lutando com suas cordas vocais, o desmembramento da banda em 95 foi uma mudança bem-vinda para o músico pessoalmente. Situando-se novamente em Nashville em 97, Tom gastou seus próximos anos focando exclusivamente naquilo que mais ama, compor. Ele colaborou com músicos country como Andy Griggs, e trabalhou metodicamente em escrever e reescrever material pelo que se tornaria seu primeiro solo, exatamente em 2005. Parte do começo do milenio, Tom se reuniu com seus parceiros do Cinderella num período de verão fez turnês e no ano passado (nota minha: isso foi escrito pelo autor em 2005), começou uma família com a esposa Savanna Snow (também compositora), onde nasceu o primeiro filho do casal em fevereiro de 2004. O último feito de Tom Keifer, um álbum solo ainda sem título de hard rock que trará um círculo cheio de sua evolução como um artista de hard rock com influêcias blues. Antepassados do blues como Son House (um mentor de ambos Muddy Waters e Robert Johnson), uma vez escreveu se ‘Eu não tivesse nenhum blues, não estaria satisfeito.’ Tendo vindo de um círculo cheio pessoal e artísticamente, em virtude de sua nova vida e álbum, Tom Keifer concordaria…

Artigo: Jake Brown, presidente da Versailles Records

Fonte: http://www.tomkeifer.com/frameset.html

Tradução: Eliana Lara Delfino

CINDERELLA ROUBANDO A CENA NO FESTIVAL DA PAZ DE 89 EM MOSCOW!

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