"I watch the time pass slowly. It comes and goes like the waves. The sea can touch the sky at night. It's got the freedom I crave."

O advogado de Lincoln

http://thelincolnlawyermovie.com/#/home

O advogado de Lincoln (2005)
Mickey Haller passou toda a sua vida profissional com medo de que não reconhecesse a inocência se estivesse bem asua frente. Mas no que ele deveria ter estado  atento era ao mau.   Haller é um advogado de defesa criminal, do Lincoln, que trabalha no banco de trás de seu  carro(o Lincoln), viajando entre os tribunais longínquos de Los Angeles para defender clientes de todo tipo. Ciclistas, vigaristas, motoristas bêbados, traficantes de drogas – eles estão todos na lista de  clientes de Mickey Haller. Para ele, a lei raramente é sobre culpa ou inocência – é sobre negociação e manipulação. Às vezes até mesmo sobre a justiça.  Um ‘playboy’ de Beverly Hills detido por agredir uma mulher que pegou em um bar,  escolhe Haller para defendê-lo, e Mickey consegue seu primeiro cliente, com o trabalho mais bem pago dos últimos anos. É o sonho de qualquer advogado de defesa, que eles chamam de caso franquia. E como as evidências se destacam, Haller acredita que isso pode ser o caso mais fácil de sua carreira.   Então, alguém próximo a ele é assassinado e Haller descobre que sua busca por inocência, trouxe-lhe cara a cara ao mal puro como uma chama. Para escapar sem se queimar, ele deve implementar cada tática, finta, e instinto em seu arsenal – desta vez para salvar sua própria vida.

Há uma ligação entre Harry Bosch e Mickey Haller, o personagem principal de ‘O Advogado de Lincoln’. Leiam ‘The Black Ice’ para obterem detalhes. Eu fiz uma postagem sobre esse livro em janeiro:

https://elianalara.wordpress.com/2011/01/31/o-gelo-negro/
** NOTÍCIAS **

‘O advogado de Lincoln'(também conhecido como “Advogado de Porta de Cadeia”, virou filme, e estréia 18 de março deste ano (no Brasil 27 de maio, segundo o site www.cinemaemcena.com.br ).  O filme é estrelado por Matthew McConaughey como Mickey Haller, Marisa Tomei como Maggie McPherson, e Ryan Phillippe como Louis Roulet.  A capa do livro, com a relação do filme, já está nas lojas.

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A origem da idéia no livro de Michael Connelly

“Se tiver o caso, pegue a estrada.”

A cinco ou seis anos atrás, fui convidado por um amigo, e outros, para írmos à abertura do Los Angeles Dodgers. Eu me sentei ao lado de um homem que nunca tinha visto antes e na troca de gentilezas e “como você vai indo…” descobri que ele era um advogado de defesa criminal. Como repórter, eu tinha breves coberturas em tribunais de Los Angeles anos antes e conhecia os advogados de defesa, e devido à amplitude e numerosos tribunais na cidade, geralmente concentravam seu trabalho em um ponto geográfico da região. Isto impediu-os de ter longos períodos baixos durante a locomoção entre tribunais. Eu perguntei em qual ele trabalhou e ele disse em todos eles. Disse, “Se tiver o caso, pegue a estrada.” Perguntei-lhe onde era seu escritório e ele disse: “Basicamente, é o meu carro.” Então ele me explicou que, desde que quiz levar os casos em qualquer lugar, fez do seu carro um escritório de trabalho. Ele usou um cliente, que estava trabalhando fora de seus honorários, como motorista, e se sentou no banco de trás onde havia uma mesa dobrável, computador, impressora, fax sem fio, etc. E, claro, ele tinha seu celular. Enquanto ía de tribunal em tribunal, trabalhava no celular, escrevia documentos jurídicos e alegações, basicamente usando o tempo de condução em vez de ficar num escritório.  Acabei gastando mais tempo conversando com ele do que assistindo o jogo, e quando fui para casa naquele dia, tive a idéia de um novo personagem.
Mas essa idéia necessitaria muita pesquisa. Eu teria que passar um tempo com os advogados de defesa. O problema era que, em 2001, me mudei de Los Angeles à Flórida, e apesar de retornar muitas vezes, não tive muito tempo de sair com os advogados. Eu coloquei a idéia de lado, até que um dia na Flórida, quando li uma história sobre um julgamento no jornal, reconheci o nome do advogado de defesa como um antigo colega de quarto do meu primeiro emprego depois da faculdade na Daytona Beach News Journal. Procurei meu amigo, passamos anos de falando, e de vez em quando, via-o trabalhar e passava o tempo com ele depois do trabalho, com seu parceiro junto. De tudo isso veio “O advogado de Lincoln”. Eu escrevi usando as experiências de meu amigo na Flórida e seu parceiro, e então eu pedi ao advogado de Los Angeles, que originalmente plantou a idéia na minha cabeça, pra ler o manuscrito para ter certeza de que eu havia escrito as leis da Califórnia e os procedimentos corretamente. Também tenho uma amiga que é juiza nas Varas Criminais de Los Angeles, e ela me permitiu acesso total em seu tribunal para que eu pudesse obter o sentido do processo de um julgamento e como tudo funcionava.
Tudo isso levou uns cinco ou seis anos, o que não é normal para mim.  Na maioria das vezes meus livros ficam prontos em dois anos, entre seu início e conclusão. Este me tomou mais tempo.
– Michael Connelly, agosto de 2005

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