"I watch the time pass slowly. It comes and goes like the waves. The sea can touch the sky at night. It's got the freedom I crave."

Entretenimentos

Lago Kaindy do Cazaquistão

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Lago Kaindy – Sunken Forrest do Cazaquistão

O lago Kaindy está situado perto da vila de Saty nas Montanhas Kungey Alatau (na extensão do norte de Tien-Shan) na Ásia
Central do Cazaquistão. Não existia um lago alí antes: os troncos de pinheiros que sobressaem da água testemunham isso.
Então, o que aconteceu?
O lago é 400 metros de comprimento, mas em alguns lugares é mais de 30 metros de profundidade. Ele foi formado como resultado
de um grande terremoto em 1911, o Kebin. Um enorme desmoronamento de terra aconteceu bloqueando o desfiladeiro e se formou uma
represa natural, que ainda resiste. Conforme as águas subiram, as árvores coníferas de Schrenk submergiram se desenvolvendo na
área. O lugar forma muito delas.

Acima da água tudo o que se pode ser visto são os enormes troncos. Porém, de baixo das águas a história é diferente. São 2000
metros acima do nível do mar e a água é tão fria que tem preservado perfeitamente os galhos das árvores em baixo da água.

A água em si geralmente é de uma tonalidade um pouco criptonita. Esta estranha coloração é causada por cal e outros depósitos
minerais que têm sido infiltrados pela água desde a criação do lago pouco mais de um século atrás. No entanto, uma vez que você
se aproxima do lago, a água parece clara como cristal. Ás vezes dá até pra ver os peixes que foram inseridos no lago em 1930.

O lugar é tão popular para mergulho como para passeios turísticos. A cada ano em competições anuais, mergulhadores russos e
cazaquistãos enfrentam as temperaturas congeladas para nadar entre os galhos das árvores. A água é sempre atrativa e é um lugar
muito popular na maior nação cercada de terra do mundo.

O lago fica a meros 130 km de distância da segunda cidade do Cazaquistão, Almaty (que se traduz como a cidade das maçãs), que
tem uma população de 1,5 milhões e é o coração econômico e cultural do país. Meros, porque é o nono maior país no mundo e essa
distância é considerada pequena pelos 16 milhões de habitantes do Cazaquistão. Almaty foi a capital até Astana ganhar o título
em 1997 (e dada a forma como esse lugar foi transformado os moradores podem considerar-se com sorte por não ter que construirem
tudo de novo!).

Ainda que o lago seja apenas a uma curta distância da agitada Almaty, para se chegar a ela, você teria que estar preparado para
pegar estrada em alguns terrenos muito acidentados pelos últimos 15 quilômetros de distância da vila de Saty. Mas para aqueles
que fazem a viagem a experiência é, ao que parece, sempre válida.

Fonte: http://www.kuriositas.com/2013/01/lake-kaindy-kazakhstans-sunken-forrest.html

Tradução: Eliana Lara Delfino


Não Desista

Este poema (de autor desconhecido) pertence a Tom Keifer o qual ganhou de sua mãe quando ainda tinha nove anos. Encontrei este mesmo poema na internet com algumas frases a mais, mas eu traduzí o da foto portanto não acrescentei o que falta, para não alterar o mesmo, até porque não descaracteriza o poema.

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Não Desista

Quando as coisas derem errado, e as vezes darão,
Quando a estrada que se está marchando parecer subir a montanha,
Quando os fundos estiverem baixos e as dívidas altas,
E você querer sorrir, mas só acena,
Quando a inquietação te pressionar um pouco…
Descanse se precisar, mas não desista.

A vida é estranha com seus altos e baixos,
Conforme cada um de nós às vezes aprendemos,
E em muitos uma pessoa se transforma
Quando deveria ter triunfado tivera que suportar.
Não desista embora a marcha pareça lenta…
Você deve prosperar com outra luta.

Muitas vezes o lutador desiste
Quando deveria conquistar a taça d vitória;
E aprende muito tarde, quando a noite cai,
O quanto estava perto da coroa de ouro.

Sucesso é o oposto do fracasso…
Então continue lutando quando estiver mais ferido,…
É quando as coisas parecerem piores que você não deve desistir.

Tradução: Eliana Lara Delfino

Fonte: https://www.facebook.com/TomKeiferOfficial

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Tom Keifer é músico, compositor e vocalista da banda Cinderella. Veja postagem antiga de um artigo de Jake Brown, presidente da Versailles Records numa biografia do músico:

https://elianalara.wordpress.com/2010/02/21/biografia-de-tom-keifer-cinderella/

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Atualmente Tom está em turnê própria com seu álbum solo The Way Life Goes.


As Três Espadas

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Essas três espadas de bronze enormes formam o monumento da batalha de Hafrsfjord no ano 872, quando Harald Hårfagre (Harald Fairheaded) uniu Noruega em um único reino. O monumento foi criado no sul de Stavanger por Fritz Røed (1928-2002) de Bryne. Foi revelado pelo rei Olav da Noruega em 1983. As espadas, que são cerca de 10 metros de altura, significam paz e unificação. Uma espada é maior que as outras, a qual é a espada de Harald Fairheaded. As espadas são fixadas em rocha sólida – representando paz. Elas podem ser encontradas em Møllebukta, uma enseada na costa sul de Hafrsfjord. O nome “Møllebukta” deriva de “Mølla” (moinho) e “bukt” (baía). Antigamente havia um moinho de milho ali. Hoje, o lugar é uma das áreas de lazer mais populares de Stavangers.

A batalha de Hafrsfjord

A única fonte contemporânea para este ocorrido é escrito por um leigo chamado Thorbjörn Hornklofi (norueguês moderno: Torbjørn Hornklove) logo após o rei Harald “Fairhair” vencer seus inimigos. O leigo é muito claro, dramático e ilustrativo (A primeira parte é traduzida em Inglês):

Você ouviu em Hafrsfjord
o quanto eles lutaram
o alto rei nascido
contra Kjotve “O Rico”
Navios vieram do leste
almejando batalha,
com suas cabeças abertas
e proas esculpidas.

A fonte mais conhecida da batalha é a saga de Harald Fairhair em Heimskringla escrito por Snorri Sturluson mais de 300 anos depois da batalha ter ocorrido. Snorri dá uma descrição vívida e detalhada da batalha (embora os historiadores continuam a debater a precisão histórica da obra de Snorri): A notícia veio do sul da terra que o povo de Hordaland e Rogaland, Agder e Thelemark, estavam se reunindo, e troxeram com eles navios e armas, e um grande grupo de homens. Os líderes foram Eirik, rei de Hordaland; Sulke, rei de Rogaland, e seu irmão Earl Sote; Kjotve “O Rico”, rei de Agder, e seu filho Thor Haklang; e de Thelemark, dois irmãos, Hroald Hryg e “Had the Hard”. Nesse momento, quando Harald teve tais notícias disso, reuniu suas forças, mandou seus arcos para a água, pôs-se pronto junto de seus homens, e partiu em direção ao sul ao longo da costa, reunindo muitas pessoas de cada distrito. O Rei Eirik soube disso quando veio do sul de Stad, e tendo reunido todos os homens que ele pôde conseguir, prosseguiu ao sul para buscar forças com que ele sabia que estava por vir, com ajuda vinda do leste. Todos se reuniram no norte de Jadar, e entraram em Hafersfjord, onde o rei Harald estava esperando com as suas tropas. Uma grande batalha começou, muito árdua e longa, mas o rei Harald ganhou o dia. Lá o Rei Eirik caiu em derrota, e o rei Sulke, com seu irmão Earl Sote. Thor Haklang, que era um gigante furioso, tinha colocado o seu navio contra o rei Harald, e foi acima de tudo uma medida de ataque desesperada, até que Thor Haklang foi derrotado, e todo o seu navio foi rendido. Então o rei Kjotve fugiu para uma pequena ilha fora das terras, um lugar para se refugiar. Depois disso todos os seus homens fugiram, alguns em seus navios, alguns por terra, e estes fugiram para o sul do país de Jadar.

Heimskringla – A Crônica dos Reis de Noruega  
Capítulo III – Saga / Parte 19 de Harald Harfager – Batalha em Hafersfjord

Assim diz Hornklofe, a saber:. –
“A notícia chegou até você? – você já ouviu
Da grande luta em Hafersfjord,
Entre o nosso nobre e corajoso rei Harald
E o rei Kjotve rico em ouro?
O inimigo de guerra apareceu do Oriente,
Forte para a batalha como para um banquete.
A galante visão que se via
A extensão de sua frota sobre o mar azul-escuro:
Cada navio de guerra, com sua garganta ameaçadora
Do dragão feroz, faminto, bárbaro
Impiedoso e escancarado na proa, suas laterais
Brilhando com escudos polidos, enfileirados
Sua tripulação de homens de lei de guerra,
Cujos alvos brancos como a neve brilhavam de longe
E muitos arqueiros robustos enviados
Ao redor dos países do Ocidente,
Ingleses e escoceses, um convidado estrangeiro,
E homens de espadas da distante costa francêsa.
E, assim os navios do inimigo se aproximavam,
O barulho horrível que se podia ouvir
Selvagens furiosos rugindo com raiva,

E heróis ferozes revestidos em peles de lobo,
Uivando como lobos, retinindo e sacudindo
De muitos homens com roupas de guerra.
Assim, o inimigo veio, mas nosso bravo rei
Ensinou-os a voltar tão rápido novamente.
Pois, quando ele viu a sua força vir,
Lançou da costa seus navios de guerra.
No fundo do mar, ele lançou sua frota
E corajosamente remou de encontro com o inimigo.
Violento foi o choque, e alto o barulho
Dos escudos, até o hostil Haklang,
Afamados furiosos do inimigo, caíram.
Então de nossos homens irrompeu o grito
Da vitória, e do Rei de Ouro
Não podendo suportar nosso corajoso Harald,
Fugiram antes de suas lâminas afiadas
Para o abrigo das rochas da ilha.
Todos na parte inferior dos navios
Os leigos feridos, em pilhas horríveis;
Fizeram-se voltados para baixo e se deitaram
Sob a linha de assentos arrumadas;
E muito um escudo de guerreiro, eu cri
Podia nas costas do guerreiro ser visto,
Para protegê-los enquanto eles fugiam rapidamente
Da forte tempestade que caía.
A montanha de gente, como já ouvi dizer,
Nunca parou enquanto eles corriam do combate,
Até que eles cruzaram o mar Jadar,
E chegaram em suas casas – tão sagaz cada alma
Para afogarem seu medo na taça de hidromel.”

Fontes:

http://www.stavanger-web.com/touristinfo/swords_in_rock.htm

http://en.wikipedia.org/wiki/Battle_of_Hafrsfjord

http://www.wisdomlib.org/norse/book/heimskringla/d/doc5033.html

Tradução:

Eliana Lara Delfino


O Monumento do Leão

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* Monumento do Leão, Lucena (Suíça)

O Monumento do Leão em Lucena é um leão enorme deitado esculpido numa parede de rocha em um lago na extremidade leste da cidade medieval. Foi construído como um memorial pelos soldados mercenários da Suíça central que perderam suas vidas enquanto serviam o rei Luis XVI da França durante a Revolução Francesa. Quando as massas revolucionárias atacaram o castelo real Tulherias em Paris em 10 de agosto de 1792 as tropas mercenárias suíças tentaram defender a família real cuidando para que eles pudessem escapar.

* Tradução da Gravura do Monumento do Leão

A gravura em latim HELVETIORUM FIDEI AC VIRTUTI significa “À lealdade e bravura dos suíços.” (Para entender HELVETIORUM [=dos suíços] seja: Confoederatio Helvetica vs. Suíça). Mais adiante você encontra os nomes dos oficiais mortos e salvos da guarda suíça bem como o número de mortos entre os soldados suíços (DCCLX=760) e o número dos soldados sobreviventes (CCCL=350).

* O que significa o Monumento do Leão?

Um oficial da guarda suíça, segundo tenente Carl Pfyffer von Altishofen, um descendente de uma influente família nobre, estava de licença em casa em Lucerna quando seus soldados companheiros foram mortos em Paris. Depois de tempos de revolução em 1815 e França bem como Suíça tinham voltado ao regime conservador, Pfyffer sentiu-se obrigado a erguer um monumento em honra dos soldados mercenários.

Políticos liberais de toda Suíça desaprovaram o memorial, mas eles eram em minoria durante os anos de 1820 e Pfyffer foi apoiado pela maioria em Lucerna.

O Monumento do Leão foi inaugurado em 10 de agosto de 1821. Originalmente o lugar era propriedade privada. Em 1882 a cidade de Lucerna o comprou. O lugar é acessível com entrada franca. Logo depois o monumento se tornou uma das maiores atrações turísticas de Lucerna.

* Os artistas que criaram o Monumento do Leão

O Monumento do Leão foi desenhado por Bertel Thorvaldsen (1770-1884), um escultor dinamarquês classicista em 1819 quando vivia em Roma na Itália.

Lucas Ahorn (1789-1856-), um pedreiro de Constance (sul da Alemanha) foi na verdade quem gravou a obra na rocha de arenito em 1820/1821.

A grande escultura tem 6 metros de altura e 10 metros de comprimento. A elevada parede da rocha é parte de uma pedreira explorada através de séculos para construir a cidade.

* Antecedentes Históricos

Os soldados mercenários suíços tinham uma grande tradição desde o sucesso militar das tropas suíças contra as acusações de Habsburg e Charles Duke, o Temerário da Borgonha, no século 15. Recrutando, equipando e instruindo soldados mercenários e vendendo-os ao serviço dos reis franceses e duques italianos era um grande negócio para as famílias nobres na Suíça central.

Mas já na era da reforma da igreja suíça do reformador Huldrych Zwingli, que fez campanha no norte da Itália como capelão militar, mais cedo desafiava a instituição. Assim significava minar uma fonte maior de renda de famílias influentes bem como renunciando em campo maior de ocupação por jovens em uma região periférica sempre lutando com problemas econômicos, as iniciativas do homem de disputada igreja enfrentando impetuosa resistência. A questão mercenária já tem sido a razão social pela qual a Suíça central não se juntou a reforma da igreja e ficou com a mesma crença católica tradicional. A disputa, finalmente, levou a duas guerras civis na Suíça em 1529 e 1531. Zwingli foi assassinado durante a segunda guerra.

Com a moderna constituição liberal suíça de 1848, serviços mercenários em favor de forças estrangeiras foram declarados uma ofensa criminal – com a única exceção da guarda suíça do vaticano. Enquanto a Vaticano costumava apenas ser um dos principados italianos até o final do século 19, foi reduzido a um distrito de Roma isentos a jurisdição italiana.

Então a guarda Papal suíça pode ser reguardada como uma mistura de folclore (com suas veste coloridas) e da polícia da cidade hoje.

* Testimoniais

Mark Twain, bastante conhecido como autor americano, chamava o Monumento do Leão de “O mais triste e comovente pedaço de rocha no mundo.”

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Tradução: Eliana Lara Delfino

Fonte: http://lucerne.all-about-switzerland.info/lucerne-lion-monument-pictures-history.html

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Castelo Real Tulherias em Paris


Sorrento e o Vale dos Moinhos

Pesquisando fotos de ruínas acabei conhecendo Torrento, uma comunidade da Itália! A Península situa-se entre o norte do Golfo de Nápoles,  e no sul de Salerno. Lá se encontra a ruína Vale dos Moinhos! Traduzindo um pouco de sua história, me encantei ainda mais e acredito que tem muito mais histórias pra serem contadas…

História de Sorrento

Terra de cores, mistérios, tradições e lendas, Sorrento sempre encantou, surpreendeu e inspirou a voltar. Pode ter sido as sereias, que segundo os gregos, vivem em nosso mar legados desta península, lançando-se nas águas do mar, com capacidade de encantar com o seu charme. Talvez ainda hoje, com seus cantos, as sereias enfeitiçam os visitantes de todo o mundo fazendo-os se apaixonarem convencendo-os de voltar.
Muitas civilizações têm “vivido” Sorrento: os etruscos e os gregos que têm confiado à cidade o mapa urbano ainda visível hoje no centro histórico, os oscos e os romanos que foram conquistados pelo charme e clima desta terra, construíram aqui a vilas mais bonitas do império. Também bizantinos, lombardos,normandos e aragoneses, cada um deixou sua marca, uma parte de si mesmo, que Sorrento zelosamente guarda durante séculos, entregando isso a nós, que temos hoje, o privilégio de admirar. São restos de muralhas antigas e de um templo que os gregos haviam dedicado à deusa Atena no promontório de Campanella; as antigas vilas romanas com piscinas de peixes, ninfas, cais artificiais estendidos quase como se abraçasse o mar. Os arcos e as grutas escavadas no tufo calcário, as estradas que preservam a típica pavimentação grega e romana as quais o tempo nos conservou quase inalteradas.
Ao longo destas estradas, através dos becos, arcos, a cada pequenos passos da subida do mar entre as rochas de tufo para chegar ao centro, você respira uma atmosfera de “vida”, de “história”, então você imagina todas as diferentes pessoas que viveram isso e você reconhece a marca que cada uma nos deixou.
Entre os monumentos e as casas antigas, podemos descobrir provas de famosos anfitriões, que entre 1700 e 1800 escolheram esse lugar como fonte de inspiração colocando no “Grand Tour”, de suas viagens entre as cidades italianas mais importantes que seus filhos de nobres Europeus efetuavam para completar sua cultura pessoal.
Byron, Keats, Scott, Dickens, Goethe, Wagner, Ibsen e Nietzsche são apenas alguns dos artistas que deixaram uma marca indelével em Sorrento na inspiração de suas obras desta pequena península repleta de história e magia, templo de tradições, mitos e lendas de muito tempo atrás, berço de tesouros antigos e esplêndidas sereias.

Autor: Concetta Caccaviello
Fonte: http://www.sorrentoinfo.com/en/5/1/148/category/articles/history.html
Tradução: Eliana Lara Delfino

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O Vale dos Moinhos

No centro histórico de Sorrento, atrás da praça Tasso, é possível admirar de cima – em uma sugestiva perspectiva – um espectáculo natural extraordinário: O Vale dos Moinhos. O Vale cerca no lado sudeste, as rochas de tufos (calcários) do presente centro histórico de Sorrento, observando de cima uma fenda característica da rocha é visível, que esculpe profundamente e transversalmente a plataforma. Esta incisiva fenda originou da vasta erupção que abalou o Mediterrâneo cerca de 35.000 anos atrás.
A erupção potente encheu o vale calcário inteiro com detritos entre Punta Scutolo e Capo de Sorrento, as águas que passaram pelos vales – encontraram-se entupidas de materiais vulcânicos – procuraram por um novo caminho para o mar cortando progressivamente entre as rochas de tufos. Os vales se tornaram lugares privilegiados de adaptação humana. A caverna pré-histórica do Conca (Caverna Nicolucci), no topo do Vale Marina Grande e adaptação de Gaudo in Piano de Sorrento, lembram dois traços tangíveis desse fenômeno. O Vale dos Moinhos é cortado por dois fluxos de água: Casarlano-Cesarano e Saint Antonino. A falta de água contribuiu para formar desfiladeiros muito estreitos, somente no ponto onde as duas correntes de água encontram os dois desfiladeiros e forma uma vasta área ao pé do vale “La Rupe”.
O nome “Vale dos Moinhos”, deriva da existência de um moinho – funcionando desde o início dos anos 900 – usado para moer trigo. Ligado ao moinho, subia uma serraria que fornecia palha para os marceneiros de Sorrento. Tudo é completado por uma casa de banho pública usada pelas mulheres da comunidade. A criação da praça Tasso,desde 1866, determinou o isolamento da área do moinho do mar, provocando uma elevada porcentagem de umidade, que fez a área insustentável e determinou seu progressivo abandono. A nova microclima favoreceu o desenvolvimento de uma vegetação pujante e espontânea em que o elemento dominante é o Phillitis Vulgaris, um esplêndido e raro modelo pertencente à família da samambaia.
Hoje é possível ter acesso à remanescente parte Vale dos Moinhos atravessando ladeiras antigas gravadas no tufo, com entrada e um alçapão perto do estacionamento Stragazzi.

Sugestão de Sorrentoinfo.com: Equipe-se com binóculos e câmera para observar de cima as ruínas do moinho e da esplêndida vegetação selvagem. A melhor posição é a rua Fuorimura, atrás da praça Tasso.

Autor: Concetta Caccaviello
Fonte: http://www.sorrentoinfo.com/en/3/1/149/category/articles/the-valley-of-the-mills.html
Tradução: Eliana Lara Delfino


Luz Perdida

Mais um romance de Harry Bosch, “Lost Light” de 2003.

Luz Perdida

Aborrecido com a hipocrisia da polícia de Los Angeles, Harry Bosch demitiu-se e é forçado a encontrar um novo modo de vida. Mas a vida de aposentado não se ajustava a ele. Ele sempre foi devoto à justiça, e ainda é atraído a proteger – ou vingar – aqueles à quem a lei falhou.

Quando Bosch deixou a LAPD levou um arquivo com ele – o caso de uma assistente de produção de filme assassinada quatro anos antes durante um roubo de 2 milhões num set de filmagem. A polícia de Los Angeles – atuando sob novas regras depois do 9 de setembro (o ataque ao World Trade Center)  – acredita que o dinheiro roubado foi usado para financiar um campo de treinamento terrorista. Os relatos da primeira vítima de homicídio estão perdidos no zelo federal, e quando parece que o assassino será libertado para ajudar os federais na caça ao terrorista, Bosch rapidamente se encontra em conflito com seus velhos colegas e o FBI. Ele não pode descansar até encontrar o assassino – com ou sem um distintivo.

Michael Connelly recebeu o Prêmio Maltese Falcon da Sociedade Falcão Maltês do Japão por Lost Light, o qual foi considerado o melhor romance de detetive particular publicado no Japão no ano anterior. Este é o segundo prêmio da sociedade de Michael Connelly, sendo seu primeiro para o Black Ice (“O Gelo Negro”).

Tradução: Eliana Lara Delfino

Fonte: http://www.michaelconnelly.com/novels/lostlight/


SIGNIFICADO DAS VELAS DO ADVENTO

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Como muitas tradições de Natal na fé cristã, a coroa do Advento é de origem pagã. A Igreja cristã acende uma vela a cada domingo, durante as quatro semanas que antecedem ao Natal. Algumas famílias fazem suas próprias coroas de Advento em casa.

Origem

Não se sabe quando a primeira coroa do Advento foi criada. Rituais pagãos freqüentemente
incluía velas acesas em uma coroa de flores que significava esperança para o retorno do sol
durante o inverno. Na Idade Média, os cristãos emprestaram este antigo costume, e
incorporaram isso a celebração do Natal. As religiões Católica e Luterana foram as primeiras
a adotarem formalmente a coroa do Advento.

Coroa

A coroa do Advento é feita de galhos verdes vivos, simbolizando a vida eterna. O círculo
representa o amor eterno de Deus, sem começo e sem fim, bem como a imortalidade da alma.

Cores da Vela

A cada uma das quatro velas coloridas na coroa do Advento representa uma semana que antecede
o Natal. Tradicionalmente, três das velas são roxas, e uma é rosa. A última vela é branca e fica no centro da coroa. É acesa na véspera de Natal ou dia de Natal.

Origem da Vela Rosa

Já houve uma tradição em que o papa dava a alguém uma rosa no quarto domingo da Quaresma
antes da Páscoa para “animar” o tom sombrio da temporada. Antes da comercialização em massa
do Natal, o Advento era também um momento solene e as pessoas jejuavam para se preparar para
o feriado. O costume da rosa passou a fazer parte do terceiro domingo do Advento.
Eventualmente, a terceira vela tornou-se rosa também.

Simbolismo da Vela

As velas são tradicionalmente acesas na seguinte ordem: roxa, roxa, rosa, roxa, branca. A
primeira é chamada de “Vela da Esperança”. Ela simboliza a fé em Deus mantendo suas
promessas para a humanidade. A segunda é chamada de “Vela da Preparação”, lembrando os
cristãos a “se prepararem” para receber Deus. A terceira vela é “Vela do Júbilo”. Ela lembra
os anjos cantando alegremente sobre o nascimento de Cristo. A quarta vela, “Vela do Amor”,
recorda aos cristãos que Deus os ama o suficiente para enviar o seu Filho único para a
Terra. A “Vela de Cristo”, a vela branca do centro, representa o próprio Jesus Cristo.

Rituais

Algumas religiões cristãs incentivam as famílias a acenderem uma vela na coroa todos os dias
durante o Advento, seguido de leituras bíblicas, cânticos e oração. Durante a primeira
semana, uma vela é acesa a cada dia. Durante a segunda semana, duas velas são acesas, e
assim por diante.

Variações

Há muitas interpretações das velas do Advento. Alguns acreditam que as velas representam a
Esperança, Alegria, Amor e Paz. Alguns acendem a vela rosa no último domingo antes do Natal,
em vez do terceiro. Outros usam quatro velas roxas. Em todas as tradições, o simbolismo está
mergulhada na fé cristã.

Fonte: http://www.ehow.com/about_5385336_meaning-advent-candles.html