"I watch the time pass slowly. It comes and goes like the waves. The sea can touch the sky at night. It's got the freedom I crave."

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Santos Inocentes

Estou repostando esse artigo porque vale também pelas criancinhas que são assassinadas dentro do ventre de suas mães e as são jogadas fora assim q nascem…

santosinocentes

https://elianalara.wordpress.com/2010/12/29/santos-inocentes/

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Santos Inocentes

Ontem dia 28 de Dezembro foi o dia dos SANTOS INOCENTES!

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Perfil
As crianças, foram assassinados por Herodes, o Grande, quando ele tentou matar o menino Jesus.
Quando Herodes percebeu que tinha sido enganado pelos magos, ficou furioso.  Ele ordenou o massacre de todos os meninos de Belém e seus arredores de dois anos para baixo, de acordo com o tempo que ele tinha indagado os magos.  Então se cumpriu o que havia sido dito pelo profeta Jeremias: “Uma voz se ouviu em Ramá, choro e grande lamento: Raquel chorando por seus filhos, e ela não iría ser consolada, pois não existiam mais.” – Mateus 2:16 -18

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Interpretação
A criancinha nasceu, que é um grande rei.  Sábios são levados à ele de longe. Eles vêm para adorar aquele que reside em uma manjedoura e ainda reina no céu e na terra. Quando dizem que nasce um rei, Herodes é perturbado. Para salvar seu reino, ele resolve matá-lo, mas se ele tivesse fé na criança, ele mesmo reinaria em paz nesta vida e para sempre na vida futura.
Por que você está com medo, Herodes, quando ouve sosre o nascimento de um rei?  Ele não vem para levá-lo para fora, mas para conquistar o diabo.  Mas porque você não entende isso, está perturbado e com raiva.  Para destruir a criança que você procura, mostra sua crueldade na morte de tantas outras.
Você não está restringido pelo amor de pais e mães chorando de luto pela morte de seus filhos, nem pelos gritos e choro das crianças. Você destrói aqueles que são minúsculos no corpo porque o medo está destruindo seu coração. Você imagina que se realizar seu desejo, pode prolongar sua própria vida, embora esteja procurando matar a si próprio.
Os filhos morrem por Cristo, embora não sabem disso. Os pais choram pela morte dos mártires. A menino Jesus faz dos que ainda não conseguem falar, serem testemunhas de si mesmo. Mas você, Herodes, não sabe disso e está perturbadoa e furioso. Enquanto descarrega sua fúria contra a criança, já está pagando-lhe homenagem, e não sabe disso.
Que mérito essas crianças devem ter neste tipo de vitória? Elas não podem falar, mas dão testemunho de Cristo. Elas não podem usar seus membros para participar na batalha, mas já levantam a palma da vitória.

– Trecho de um sermão do bispo de Saint Quodvultdeus sobre o Santos Inocentes.
Tradução: Eliana Lara Delfino

Fonte: http://saints.sqpn.com/holy-innocents/

 


Lenda da aranha de Natal

Na véspera de Natal, muito tempo atrás, uma meiga mãe estava muito ocupada limpando a casa para o dia mais lindo do ano…o Natal, o dia em que o pequeno menino Jesus viria abençoar a casa. Nenhum cisco de pó tinha sido deixado. Até as aranhas tinham sido banidas de seus acolhedores cantos do teto. Elas tinham fugido ao mais distante canto do sótão.
A árvore de Natal estava linda decorada. As pobres aranhas estavam inquietas, pois elas não podiam ver a árvore, nem estarem presentes na visita do pequeno menino Jesus. Então a mais velha e sábia aranha sugeriu que talvez pudessem esperar até todo mundo ir pra cama e então dariam uma olhada de perto.
Quando a casa estava escura e silenciosa, as aranhas saíram de seus lugares de esconderijo. Quando se aproximaram da árvore, ficaram encantadas com a beleza dela. As aranhas andaram pela árvore, pra cima e pra baixo, sobre os ramos e galhos e viram cada uma das coisas lindas.
As aranhas amaram a árvore de Natal. Dançaram a noite toda nos ramos, deixando teias por toda parte. De manhã, quando o pequeno menino Jesus veio abençoar a casa, ficou desanimado! Ele amava as pequenas aranhas porque eram criaturas de Deus, mas ele sabia que a mãe, que havia rabalhado tanto pra deixar tudo perfeito, não seria amável quando visse o que as aranhas fizeram.
Com amor no coração e um sorriso nos lábios, o pequeno menino Jesus se aproximou e tocou nas teias. As teias começaram a cintilar e brilhar! Cintilando e brilhando prata e ouro por tudo onde havia teias.
De acordo com a lenda, desde esse acontecimento, as pessoas tem colocado muito brilho em suas árvores de Natal. Também se tornou costume incluir uma aranha entre as decorações na árvore de Natal.
Tradução: Eliana Lara Delfino
Autora:  

Símbolos da Páscoa

Páscoa, como a maioria dos feriados, tem acendido todas as tradições e costumes próprios. Pessoas de todo o mundo têm maneiras diferentes de reconhecer a morte e ressurreição de Cristo, bem como comemorar a chegada da primavera.

A Cruz: Desde o Concílio de Nicéia, em 325 depois de Cristo, a cruz tem sido o símbolo oficial do cristianismo. A cruz em si, é um símbolo da nossa fé na sexta-feira santa – de que Jesus morreu por meio da crucificação e ressuscitou para nos salvar do pecado. No entanto, no rito católico romano ocidental a cruz simboliza a nossa fé total.

Flores: O Lírio da Páscoa tem sido um símbolo da nova vida de Jesus. Por si só, se apresenta como um símbolo de ressurreição e é freqüentemente retratado em obras de arte como tal. O Lírio nos lembra de todos os eventos na vida de Jesus à Sua morte e ressurreição.
Flores como narcisos e tulipas são símbolos da Páscoa porque eles florescem na primavera – geralmente durante a época da Páscoa.
Salgueiros são colhidos na Páscoa, na Inglaterra e Rússia. As pessoas se tocam uns aos outros sobre os ombros com um ramo de salgueiro para dar sorte.
Cordeiros: Um cordeiro é também um símbolo da Páscoa, porque os cristãos vêem Jesus Cristo como “o Cordeiro de Deus” porque ele foi enviado como um sacrifício pelos pecados do mundo. E também, os cristãos se referem ao Senhor como “O Bom Pastor” que cuida deles. Entre os cristãos de rito oriental, em especial a Igreja Ortodoxa grega, o cordeiro era considerado o principal símbolo da Páscoa. Jesus foi visto como o cordeiro sacrificial (1 Pedro 1:18-21). Este Cordeiro, conhecido como o Cordeiro Pascal, foi emprestado da festa judaica da Páscoa, também uma festa da Primavera. Para os nossos amigos judeus, o cordeiro da Páscoa era sacrificado e o sangue foi colocado nos umbrais dos escravos hebreus. Anjos da morte então passaram pelas casas, imediatamente antes do Êxodo (Êxodo 12:1-30). A Páscoa foi uma festa da libertação e de promessa. Os primeiros cristãos viram que o próprio Senhor era o cordeiro pascal. Na pessoa de Jesus, os cristãos experienciam libertação e promessa!

Coelhos: Coelhos são populares durante a época da Páscoa porque são um lembrete da primavera e da vida nova que é abundante durante a primavera. Eles foram o animal favorito da deusa da primavera Eastre. O coelho da Páscoa tem origem na pré-cristão da ciência da fertilidade. A lebre e o coelho foram são animais conhecidos como os mais férteis e que serviram como símbolos da nova vida durante a primavera.
O coelho como símbolo da Páscoa parece ter suas origens na Alemanha, onde foi mencionado pela primeira vez nas escrituras alemãs nos anos de 1500. Os primeiros coelhinhos comestíveis da Páscoa foram feitos na Alemanha durante no início dos anos de 1800. Foram feitos de massa e açúcar.
Os colonos alemães que chegaram no país do Alemão da Pensilvânia(descendentes alemães que imigraram p/ os EUA) durante 1700 introduziram o coelho da Páscoa ao folclore americano. A chegada de “Oschter Haws”(o coelho da páscoa) era considerado o maior prazer da infância seguida de uma visita do menino Jesus(“Christchild”) na véspera
de Natal. As crianças acreditavam que se fossem boas o “menino Jesus” deixaria um “ninho” de ovos coloridos. As crianças construíam seus ninhos em um lugar isolado na casa, o celeiro ou o jardim. Os meninos usavam seus bonés e as meninas seus gorros para fazer os ninhos. O uso de cestas elaboradas de Páscoa viria mais tarde, como a tradição do coelho da Páscoa espalhados por todo o país.

Ovos: Por muitos anos usaram-se os ovos para simbolizar o renascimento e vida abundante. Em toda a Europa, costuma-se dar ovos coloridos para amigos e família, na Páscoa. Os cristãos eram proibidos de comer ovos durante a Quaresma. Só podiam abrir seus ovos em esplendor no domingo de Páscoa. Eles estiveram, nos primeiros séculos do cristianismo, associados com a ressurreição de Jesus Cristo.
A fim de colorir ovos de vermelho e dourado, cozia-se os ovos com peles de cebola vermelha ou amarela. Outras cores foram obtidos por fervura ou imersão dos ovos em diferentes misturas de ervas. Em outros lugares, os ovos eram pintados ou cobertos com folha de ouro. Hoje, naturalmente, temos também ovos doces. Qualquer que seja o nosso costume, ovos servem para nos lembrar de novo a vida abundante oferecida a nós através da ressurreição de Jesus.

Sinos da Páscoa: Na França e na Itália, os sinos da Páscoa são tocados ao longo do ano, exceto na quinta-feira antes da Sexta-Feira Santa. Eles permanecem em silêncio como uma forma de lembrar a morte de Jesus. Em seguida, são tocados no domingo de Páscoa como uma forma de dizer às pessoas que Jesus está vivo novamente.

Tradução: Eliana Lara Delfino
Fonte: http://www.lhmint.org/easter/symbols.htm


Sermão de Páscoa de São João Crisóstomo

São João Crisóstomo – cujo nome significa “língua de ouro” – foi um grande pregador do século IV. Suas palavras têm permanecido em toda a história da Igreja.

WASHINGTON (www.catholic.org/) – Sermão de Páscoa de São João Crisóstomo:

“Existe algum amante devoto de Deus? Deixe-os desfrutar esta festa bonita e cheia de brilho! Existe algum servo grato? Deixe-os se alegrar e entrar no júbilo do seu Senhor!
Há alguém fatigado com jejum? Deixá-los agora receber seus salários! Se  alguém tiver trabalhado desde a primeira hora (cedo), deixe-os receber a
sua recompensa devida; Se alguém veio depois da terceira hora, deixá-lo com gratidão participar da festa!
E ele, que chegou após a sexta hora, não o deixe duvidar, pois ele também não deve sofrer nenhuma perda. E se alguém se atrasou até a nona hora, que ele não hesite, mas que venha também. E aquele, que chegou apenas na décima primeira hora (de última hora), que ele não tenha medo por causa do seu atraso.
Porque o Senhor é clemente e recebe o último como se fosse o primeiro. Ele dá descanso àquele que vem última hora, bem como para aquele que trabalhou desde o início. Para este Ele dá, e sobre os outros Ele guarda. Ele aceita a obras como felicita o esforço. A escritura Ele honra e a intenção Ele elogia.
Vamos todos entrar na alegria do Senhor! Primeiro e último igualmente
recebam sua recompensa, ricos e pobres, alegrai-vos juntos! Sóbrio e ocioso, celebrem o dia!
Vocês que têm jejuado, e os que não tenham, regozijai-vos hoje para a Mesa que é ricamente farta! Festeje regiamente nisso, o bezerro é gordo(significa comida farta). Que ninguém vá embora com fome.
Participamos, de tudo, do cálice da fé. Aproveite todas as riquezas da Sua bondade!
Não deixe ninguém se afligir por sua pobreza, para o reino universal foi  revelado. Que ninguém se lamente de ter caído de novo e novamente,
pois o perdão foi ressuscitado da sepultura. Não deixem que ninguém
sinta medo da morte, a morte de nosso Salvador nos libertou. Ele destruiu isso por suportá-lo.
Ele destruiu o inferno quando ele desceu até ele. Ele causou tumulto, mesmo porque sua carne foi testada. Isaías predisse isso quando disse:
‘Tu, ó inferno, tem sido perturbado por encontrá-lo.’
O inferno estava em tumulto porque foi abolido.
Se tumultuou porque ele foi ridicularizado.
Se tumultuou, pois foi destruído.
Está em alvoroço, pois é aniquilada.
Está em tumulto, pois agora é feito prisioneiro.
O inferno tomou um corpo, e descobriu Deus.
Tomou a terra, e encontrou o céu.
Tomou o que viu, e foi superado por aquilo que não viu.
Ó morte, onde está o teu aguilhão?
Ó inferno, onde está a tua vitória?
Cristo ressuscitou, e vós, ó morte, estão aniquilados!
Cristo ressuscitou, e os maus são lançados para baixo!
Cristo ressuscitou, e os anjos se regozijam!
Cristo ressuscitou, e a vida está libertada!
Cristo ressuscitou, e o túmulo está vazia da morte; por Cristo ter ressuscitado da morte, é se tornar os primeiros frutos daqueles que têm adormecido.
A Ele a Glória e o Poder pelos séculos dos séculos. Amém!”

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Deacon Keith Fournier pede que você se junte a nós e ajude nesta missão vital enviando este artigo para sua família, amigos e vizinhos e adicionando nosso link (www.catholic.org) em seu próprio site, blog ou rede social. Vamos transmitir, temos o ORGULHO DE SERMOS CATÓLICOS!

Tradução: Eliana Lara Delfino
Fonte: http://www.catholic.org/clife/lent/story.php?id=33126


PÁSCOA

Páscoa, que celebra a ressurreição de Jesus Cristo da morte, é o feriado mais importante no cristianismo. Tem sido chamado de festa porque não cai numa data fíxa todo ano, como a maioria dos feriados. Em vez disso, as igrejas cristãs do Ocidente celebram a Páscoa no primeiro domingo após a lua cheia após o equinócio vernal(ocasião em que o dia e a noite duram o mesmo tempo) em 21 de março. Portanto, a Páscoa é observada em qualquer lugar entre 22 de março e 25 de abril todo ano. Os cristãos ortodóxos usam o calendário juliano para calcular quando a Páscoa ocorrerá e celebrar o feriado de uma semana ou duas depois das igrejas ocidentais, que seguem o calendário gregoriano.
A origem exata do nome desta festa religiosa é desconhecida. Algumas fontes afirmam que a palavra Páscoa é derivada de “Eostre”, uma deusa teutônica da primavera e fertilidade. Outros relatos levam a Páscoa ao termo latim “hebdomada alba”, ou semana branca, uma referência antiga para a semana da Páscoa e as roupas brancas usadas por pessoas que foram batizadas durante esse tempo. Através de um erro de tradução, o termo mais tarde apareceu como “esostarum” em alto alemão arcaico, que eventualmente se tornou Easter em Inglês. Em espanhol, a Páscoa é conhecida como Pascua, em francês, Paques. Estas palavras são derivadas do grego e latim Pascha ou Pasch, para Passover (Páscoa dos judeus). A crucificação e ressurreição de Jesus ocorreram depois que ele foi a Jerusalém para celebrar a Páscoa (ou Pesach, em hebraico), a festa judaica que comemora o êxodo dos israelitas antigos da escravidão no Egito. Pascha eventualmente passou a significar Páscoa.
A Páscoa é realmente uma temporada inteira do ano da igreja cristã, em oposição da observânçia de um único dia. Quaresma, o período de 40 dias que antecede a Páscoa, é um momento de reflexão e penitência e representa os 40 dias que Jesus passou sozinho no deserto antes de iniciar seu
ministério, um tempo em que os cristãos acreditam que ele sobreviveu a várias tentações do diabo.
Um dia antes da Quaresma, conhecido como terça-feira gorda, significa último grito por comida e diversão antes do jejum começar (o carnaval). A semana anterior à Páscoa é chamada Semana Santa e inclui a Quinta-Feira Santa, que comemora a Última Ceia de Jesus com seus discípulos; Sexta-Feira Santa, que homenageia o dia da sua crucificação, e Sábado Santo, que foca a transição entre a crucificação e a ressurreição. O período de 50 dias após o Domingo de Páscoa é chamado de tempo pascal, e inclui a celebração da ascensão de Jesus ao céu.
Além do significado religioso da Páscoa, também tem um lado comercial, como demonstrado pelos montes de balas e pintinhos de marshmallow que aparecem nas lojas toda primavera. Tal como acontece com o Natal, ao longo dos séculos, costumes e tradições de vários povos pagãos, incluindo os ovos de Páscoa, coelhos, cestas e doces, tem se tornado comum neste feriado santo.

Tradução: Eliana Lara Delfino
Fonte: http://www.history.com/topics/history-of-easter